As nossas decisões dizem bem quem é Deus para nós. Uma vez próximos de Deus, nossas vontades e desejos tornam-se convertidos a ele, e não ao nosso próprio egoísmo. É engraçado perceber como essa questão de decisão nos angustia, simplesmente porque "Decisão" está ligada a "Tempo". Sempre ao decidir, lembramos que o tempo não volta.
Um grande filósofo existencialista, Sooren Kierkgaard, diria a nós que "o que angustia o homem é a Possibilidade", nós temos a Possibilidade de tomar decisões e imaginar que cada uma das nossa decisões nos colocará diante de um labirinto, e que a cada caminho tomado, outras bifurcações nos levará a novas decisões. Nas palavras do poeta-compositor Stenio Marcius, "uma obra de tapeçaria, tecida de cores alegres e vivas, que fazem contraste no meio das cores nubladas e tristes".
Decidir nos angustia, decidir nos assusta.
Mas como então "DECIDIR o CERTO"?
Confiar. Deus nos direcionará e nos abençoará, quer façamos a boa decisão, ou a má decisão. Deus será aquele que no "beco sem saída" nos mostrará que ainda existe um jeito. Seja ele voltando atrás, ou então por cima do beco.
Confiar que nas decisões Deus é o direcionador, através daquilo que Ele nos deixou escrito, através da experiência daqueles que já caminharam e através inclusive de sua ação milagrosa no mundo.
Por isso Decisão deve estar sempre ligada a Confiança.
Que este blog não seja mais um lugar para pensar. Queremos AGIR! Mais do que uma série de filosofias, pensamentos, idéias e teologias, possa ser uma forma de impulsionar AÇÕES práticas para trazer Cristo em nossas vidas. Não o Cristo da instituição igreja, mas o Cristo da cruz agora vazia.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
É sobre Amor
Um homem acorda, perdido. Olha para os lados e percebe somente que está em uma floresta.
Chama, grita, chora. Se vê sozinho. Sente frio.
Mas como chegou ali? Afinal quem é este homem? Mais um perdido? Mais um que será engolido pela solidão?
Ouve passos. Passos fortes. Passos que caminham ao seu lado, ameaçadores. Com isso vem mais confusões, sente-se alegre por não estar sozinho, sente-se triste por não saber se este companheiro irá matá-lo.
Entende que esses passos cadenciados são de um animal, um animal grande. Sente medo e olha para todos os lados. Lembra que seu nome outrora era desespero. Desespero sabe que ali será morto quando ouve o barulho estranho de um animal feroz.
Corre pelos caminhos, corre pela floresta, corre... corre... corre sem saber para onde, corre sem saber o porque. Descobre que essa floresta se chama Solidão, sim, Desespero está preso na Solidão. Ouve que o animal corre atrás dele. Desespero não pode pensar mais, tem que fugir de dentro da Floresta da Solidão.
Suas lembranças voltam em quanto corre. Lembra que é morador do País de Angústia. Sente o bafo quente de um animal, acelera. Lembra que fugia desse mundo por causa dos seus vizinhos Tristeza e Dor. Vê que há luz lá no fim de muitos quilômetros. Chora por lembrar que é fugitivo e entrou nessa floresta por que além de seus vizinhos, também possui em seu encalço os guardas do capitão Ganância. A luz não chega.
Percebe que atrás dele corre uma espécie de tigre. Sim, um tigre. Parece que esse é o famoso tigre chamado como Morte.
Lembra de novo que entrou ali, por saber que só atravessando a floresta da Solidão, conseguirá chegar ao País de Esperança. Percebe o caminho chegando ao fim, é a luz. Mas não só a luz chega, mas também o tigre Morte.
Morte está em seu encalço, faminto. Diziam que havia este tigre deixado ali justamente para não permitir que ninguém ultrapasse o País de Angústia. Inúmeros homens não atravessavam a floresta por causa de Morte.
Sente garras afiadas em suas costas, o peso de um animal feroz o empurra. Lança Desespero longe. Joga Desespero ao chão. Mas percebe, a Morte o jogou para fora da Floresta. Fica atônito. Não é um tigre. É somente um cordeiro.
Um homem então o ajuda a levantar, e conta-lhe.
Na verdade o nome do tigre não era Morte, mas Proteção. Ele existia para guiar os perdidos para fora da Solidão. Infelizmente os moradores de Angústia sempre queriam atravessar para o país de Esperança através da Solidão. Lá moram perigos como o leão da Depressão, os lobos da Violência, os seres nunca imaginados que sempre espreitavam. Proteção somente fazia companhia, mas o temor dos Angustiados não o percebiam.
Quando o tigre Proteção o empurrou, percebeu que na verdade, no país da Esperança, o tigre era só um Cordeiro, de nome Amor de Cruz.
Chama, grita, chora. Se vê sozinho. Sente frio.
Mas como chegou ali? Afinal quem é este homem? Mais um perdido? Mais um que será engolido pela solidão?
Ouve passos. Passos fortes. Passos que caminham ao seu lado, ameaçadores. Com isso vem mais confusões, sente-se alegre por não estar sozinho, sente-se triste por não saber se este companheiro irá matá-lo.
Entende que esses passos cadenciados são de um animal, um animal grande. Sente medo e olha para todos os lados. Lembra que seu nome outrora era desespero. Desespero sabe que ali será morto quando ouve o barulho estranho de um animal feroz.
Corre pelos caminhos, corre pela floresta, corre... corre... corre sem saber para onde, corre sem saber o porque. Descobre que essa floresta se chama Solidão, sim, Desespero está preso na Solidão. Ouve que o animal corre atrás dele. Desespero não pode pensar mais, tem que fugir de dentro da Floresta da Solidão.
Suas lembranças voltam em quanto corre. Lembra que é morador do País de Angústia. Sente o bafo quente de um animal, acelera. Lembra que fugia desse mundo por causa dos seus vizinhos Tristeza e Dor. Vê que há luz lá no fim de muitos quilômetros. Chora por lembrar que é fugitivo e entrou nessa floresta por que além de seus vizinhos, também possui em seu encalço os guardas do capitão Ganância. A luz não chega.
Percebe que atrás dele corre uma espécie de tigre. Sim, um tigre. Parece que esse é o famoso tigre chamado como Morte.
Lembra de novo que entrou ali, por saber que só atravessando a floresta da Solidão, conseguirá chegar ao País de Esperança. Percebe o caminho chegando ao fim, é a luz. Mas não só a luz chega, mas também o tigre Morte.
Morte está em seu encalço, faminto. Diziam que havia este tigre deixado ali justamente para não permitir que ninguém ultrapasse o País de Angústia. Inúmeros homens não atravessavam a floresta por causa de Morte.
Sente garras afiadas em suas costas, o peso de um animal feroz o empurra. Lança Desespero longe. Joga Desespero ao chão. Mas percebe, a Morte o jogou para fora da Floresta. Fica atônito. Não é um tigre. É somente um cordeiro.
Um homem então o ajuda a levantar, e conta-lhe.
Na verdade o nome do tigre não era Morte, mas Proteção. Ele existia para guiar os perdidos para fora da Solidão. Infelizmente os moradores de Angústia sempre queriam atravessar para o país de Esperança através da Solidão. Lá moram perigos como o leão da Depressão, os lobos da Violência, os seres nunca imaginados que sempre espreitavam. Proteção somente fazia companhia, mas o temor dos Angustiados não o percebiam.
Quando o tigre Proteção o empurrou, percebeu que na verdade, no país da Esperança, o tigre era só um Cordeiro, de nome Amor de Cruz.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Missão da Igreja
Como Cristãos, temos uma missão. Fazer de Cristo, vida no nosso mundo.
Recentemente ARNALDO JABOR, um grande colunista, confessou não ter visto Deus que aconteceu no "Realengo". E de fato, caminho com ele nessa história. Concordo.
Uma vez que nós somos os embaixadores de Deus na Terra, se Deus não está sendo visto na Terra, é porque estamos fazendo um péssimo trabalho.
Esquecemos que missão não é montar igrejas, ou falar de Cristo em todas as comunidades possíveis. Missão NÃO é isso.
A Missão da Igreja é fazer Cristo lembrado no mundo. É trazer humanidade ao homem. É resgatar o homem das suas necessidades mais triviais (bem estar social) as suas necessidades pessoais (bem estar com Deus). Não podemos esquecer daqueles que tem fome, devemos saciá-los e ensiná-los como conseguir mais por si mesmos. Mas não podemos esquecer que também temos uma função de lembrá-lo quem é Deus, e quem é o verdadeiro Deus.
Uma vez que a Missão da Igreja transformou-se em uma missão de implantação de igrejas, perdemos a noção de quem somos. Somos igreja onde estamos. Mesmo que sem templos.
Enquanto não soubermos quem somos, teremos Wellingtons, Hitlers, Sarneys, Mubaraks, Mussolinis, Valdomiros, Soares, Macedos, bandidos, assassinos, pedófilos, ditadores, perdidos, etc..
Enquanto não soubermos quem somos, como Igreja de Cristo, seremos essa instituição inútil e sem direção, chamada de Igreja Evangélica Brasileira.
Que Deus tenha misericórdia de Nós!
Recentemente ARNALDO JABOR, um grande colunista, confessou não ter visto Deus que aconteceu no "Realengo". E de fato, caminho com ele nessa história. Concordo.
Uma vez que nós somos os embaixadores de Deus na Terra, se Deus não está sendo visto na Terra, é porque estamos fazendo um péssimo trabalho.
Esquecemos que missão não é montar igrejas, ou falar de Cristo em todas as comunidades possíveis. Missão NÃO é isso.
A Missão da Igreja é fazer Cristo lembrado no mundo. É trazer humanidade ao homem. É resgatar o homem das suas necessidades mais triviais (bem estar social) as suas necessidades pessoais (bem estar com Deus). Não podemos esquecer daqueles que tem fome, devemos saciá-los e ensiná-los como conseguir mais por si mesmos. Mas não podemos esquecer que também temos uma função de lembrá-lo quem é Deus, e quem é o verdadeiro Deus.
Uma vez que a Missão da Igreja transformou-se em uma missão de implantação de igrejas, perdemos a noção de quem somos. Somos igreja onde estamos. Mesmo que sem templos.
Enquanto não soubermos quem somos, teremos Wellingtons, Hitlers, Sarneys, Mubaraks, Mussolinis, Valdomiros, Soares, Macedos, bandidos, assassinos, pedófilos, ditadores, perdidos, etc..
Enquanto não soubermos quem somos, como Igreja de Cristo, seremos essa instituição inútil e sem direção, chamada de Igreja Evangélica Brasileira.
Que Deus tenha misericórdia de Nós!
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Réplica é sobre amor
(comentário ao texto "é sobre amor" da Ellen http://www.saidomuro.com/2011/03/e-sobre-amor.html)
O amor tem duas questões muito interessantes. Primeiro ele é a prova de que Cristianismo NÃO É religião. Uma vez que religião é a tentativa do homem se "religar" a divindade.
É interessante que através do amor, Deus vem para se religar ao homem... DEUS vem ao homem.
Esse "religare" é estabelecido por causa do amor de DEUS (agapeh tou Teou).
O segundo aspecto tem algo a ver com isso.
Deus inverte toda a lógica do distanciamento entre divindade e homem, sacro e secular, adorado e adorador. Deus se torna homem, para resgatar o homem. Contextualizando isso, seria o homem virar uma barata, para resgatar as baratas da morte.
Esse lance tem uma profundidade absurda que mtas vezes a gente passa sem olhar.
A cruz é o ápice desse amor, mas todo esse processo de amor se inicia no Getsemani, quando Jesus HOMEM diz: SE FOR POSSÍVEL AFASTA DE MIM ESSE CÁLICE, mas seja feita a sua vontade".
Esse amor se inicia no MEDO da morte de Jesus... repito MEDO DA MORTE... O Jesus homem nitidamente NÃO quer fazer isso e tenta ver se há outra possibilidade. Divinizamos tanto Jesus, que esquecemos que ele é homem. Enqnto homem ele sente qualquer coisa de maneira humana. Mas enqnto Ele é Deus, seu caráter é Divino. (Observe que o Jesus homem é escrito com letras minúsculas).
Quando observamos a humanidade de Jesus, percebemos seu sofrimento e podemos vislumbrar por relance o tamanho de tão grande amor.
Observar esse amor é contemplar uma pérola preciosa de alto valor.
Conversar com esse amor é ter a oportunidade de achar o brilhantismo e saber que é integrante dele.
O amor tem duas questões muito interessantes. Primeiro ele é a prova de que Cristianismo NÃO É religião. Uma vez que religião é a tentativa do homem se "religar" a divindade.
É interessante que através do amor, Deus vem para se religar ao homem... DEUS vem ao homem.
Esse "religare" é estabelecido por causa do amor de DEUS (agapeh tou Teou).
O segundo aspecto tem algo a ver com isso.
Deus inverte toda a lógica do distanciamento entre divindade e homem, sacro e secular, adorado e adorador. Deus se torna homem, para resgatar o homem. Contextualizando isso, seria o homem virar uma barata, para resgatar as baratas da morte.
Esse lance tem uma profundidade absurda que mtas vezes a gente passa sem olhar.
A cruz é o ápice desse amor, mas todo esse processo de amor se inicia no Getsemani, quando Jesus HOMEM diz: SE FOR POSSÍVEL AFASTA DE MIM ESSE CÁLICE, mas seja feita a sua vontade".
Esse amor se inicia no MEDO da morte de Jesus... repito MEDO DA MORTE... O Jesus homem nitidamente NÃO quer fazer isso e tenta ver se há outra possibilidade. Divinizamos tanto Jesus, que esquecemos que ele é homem. Enqnto homem ele sente qualquer coisa de maneira humana. Mas enqnto Ele é Deus, seu caráter é Divino. (Observe que o Jesus homem é escrito com letras minúsculas).
Quando observamos a humanidade de Jesus, percebemos seu sofrimento e podemos vislumbrar por relance o tamanho de tão grande amor.
Observar esse amor é contemplar uma pérola preciosa de alto valor.
Conversar com esse amor é ter a oportunidade de achar o brilhantismo e saber que é integrante dele.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Um convite Underground!
Nos dois últimos tempos temos observado o surgimento de inúmeras confissões religiosas. Igrejas com orientação para agir na vida do jovem seja com futebol, surf ou rock.
Comunidades que se denominam Underground, marginalizadas e diferente das igrejas institucionalizadas.
Mas de fato, são locais tão institucionalizadas como qualquer outro. Talvez não tenham que mandam um relatório de atividades pastorais no fim do mês, ou muito demonstrar a um colegiado superior os avanços da comunidade. Mas são institucionalizados no seu jeito de lidar com o cristianismo.
Gritam: "SEJAM BEM-VINDOS TODOS", mas pregam o constrangimento ao Homossexual, o inferno à prostituta, o não perdão ao assassino, ao exterminio do pedófilo, a perfeição para o pecador.
Gritam: "SEDE SANTOS" mas pregam uma forma de santidade que é buscável e alcançável por méritos humanos. Ser Santo é não fazer nada de errado. BALELA!
Santidade é aquilo que Jesus conquistou para nós. Eu posso me decidir viver em santidade como louvor a Ele, ou rejeitá-lo.
Essas comunidade Underground ainda pregam a diferença, mas se igualam no descuido ao meio ambiente, as necessidades de sua região e ao ser humano de forma integral.
Homem não é espírito, alma e corpo tricotomicamente separados. É ser vivente que come, pensa e adora a Deus.
De verdade, underground mesmo foi Jesus, que deu de louco, virou a mesa na templo e lutou para que o ser humano voltasse a ser visto como SER HUMANO, centro da vontade de Deus.
Voltemos a Jesus e entendamos que ser underground é ser DE VERDADE diferente, AGINDO na sociedade que nos cerca.
Comunidades que se denominam Underground, marginalizadas e diferente das igrejas institucionalizadas.
Mas de fato, são locais tão institucionalizadas como qualquer outro. Talvez não tenham que mandam um relatório de atividades pastorais no fim do mês, ou muito demonstrar a um colegiado superior os avanços da comunidade. Mas são institucionalizados no seu jeito de lidar com o cristianismo.
Gritam: "SEJAM BEM-VINDOS TODOS", mas pregam o constrangimento ao Homossexual, o inferno à prostituta, o não perdão ao assassino, ao exterminio do pedófilo, a perfeição para o pecador.
Gritam: "SEDE SANTOS" mas pregam uma forma de santidade que é buscável e alcançável por méritos humanos. Ser Santo é não fazer nada de errado. BALELA!
Santidade é aquilo que Jesus conquistou para nós. Eu posso me decidir viver em santidade como louvor a Ele, ou rejeitá-lo.
Essas comunidade Underground ainda pregam a diferença, mas se igualam no descuido ao meio ambiente, as necessidades de sua região e ao ser humano de forma integral.
Homem não é espírito, alma e corpo tricotomicamente separados. É ser vivente que come, pensa e adora a Deus.
De verdade, underground mesmo foi Jesus, que deu de louco, virou a mesa na templo e lutou para que o ser humano voltasse a ser visto como SER HUMANO, centro da vontade de Deus.
Voltemos a Jesus e entendamos que ser underground é ser DE VERDADE diferente, AGINDO na sociedade que nos cerca.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Prioridades!
No púlpito um pastor informa as prioridades da sua denominação, os resultados da reunião com os demais pastores e o presidente da organização:
-Irmãos, queremos restaurar o mundo, por isso agora todas as igrejas tem uma nova prioridade... MONTAR MAIS IGREJAS!
Isso é tão comum, que enoja.
Infelizmente, as necessidades das denominações é simplesmente montar mais igrejas. Nada mais, nada menos.
Infectar o mundo com suas posições. Para que todas as comunidades sejam marcadas por suas doutrinas.
Já não importa o pobre, importa o templo. Não importa a fome da comunidade, importa o púlpito que comporta a melhor banda e o melhor esquema de som.
A igreja deve se preocupar com o espírito, o governo com a sociedade. Traçamos até onde iremos, ficamos com o mais fácil. Deixamos de lado o que é mais difícil.
Dentro do templo adoramos de olhos fechados. Olhos fechados!
Olhos que não podem ver as necessidades do outro. Olhos que não podem ver a tristeza do outro. E se o veem, devo orar pelo vizinho, e somente isso!
Todos os problemas devem ficar fora do templo, pois diante de Deus não podemos estar tristes.
MENTIRA!
Pois Deus é Deus dos tristes, Deus é Deus da humanidade. Sou humano quando reconheço que estou triste, sou humano quando reconheço a tristeza do outro.
SOU HUMANO, QUANDO ACEITO QUE SOU HUMANO DO JEITO QUE EU SOU... SEM MÁSCARAS!
Nossos templos devem priorizar a humanidade. Nossa adoração deve olhar para o mundo.
Não há prioridade maior de Deus, do que o homem.
A missão a qual Deus nos convida a fazer parte, iniciada em Jesus, é para re-humanizar o homem.
Será que um dia seremos igreja de verdade e daremos prioridade a missão de Deus, e não mais a templos e nossas denominações?
-Irmãos, queremos restaurar o mundo, por isso agora todas as igrejas tem uma nova prioridade... MONTAR MAIS IGREJAS!
Isso é tão comum, que enoja.
Infelizmente, as necessidades das denominações é simplesmente montar mais igrejas. Nada mais, nada menos.
Infectar o mundo com suas posições. Para que todas as comunidades sejam marcadas por suas doutrinas.
Já não importa o pobre, importa o templo. Não importa a fome da comunidade, importa o púlpito que comporta a melhor banda e o melhor esquema de som.
A igreja deve se preocupar com o espírito, o governo com a sociedade. Traçamos até onde iremos, ficamos com o mais fácil. Deixamos de lado o que é mais difícil.
Dentro do templo adoramos de olhos fechados. Olhos fechados!
Olhos que não podem ver as necessidades do outro. Olhos que não podem ver a tristeza do outro. E se o veem, devo orar pelo vizinho, e somente isso!
Todos os problemas devem ficar fora do templo, pois diante de Deus não podemos estar tristes.
MENTIRA!
Pois Deus é Deus dos tristes, Deus é Deus da humanidade. Sou humano quando reconheço que estou triste, sou humano quando reconheço a tristeza do outro.
SOU HUMANO, QUANDO ACEITO QUE SOU HUMANO DO JEITO QUE EU SOU... SEM MÁSCARAS!
Nossos templos devem priorizar a humanidade. Nossa adoração deve olhar para o mundo.
Não há prioridade maior de Deus, do que o homem.
A missão a qual Deus nos convida a fazer parte, iniciada em Jesus, é para re-humanizar o homem.
Será que um dia seremos igreja de verdade e daremos prioridade a missão de Deus, e não mais a templos e nossas denominações?
domingo, 2 de janeiro de 2011
Os profetas de ontem e os profetas de Hoje!
Fim de ano. Momento no qual homens de branco definem a direção de Deus para o ano. Prometem. Anos de paz, anos de tranquilidade ou anos de oportunidades.
Estes são os nossos profetas hoje, homens que abençoam suas comunidades com palavras de benção.
Porém, o profeta de hoje difere dos profetas do passado. Homens que iam contra reis, contra os poderes, contra a sociedade. Eram verdadeiros olhos aflitos, que ecoavam sobre a sociedade informando que o caminho que percorriam estava errado.
Pregavam uma conversão, pregavam o olhar para Deus com novos olhos.
Estes eram homens que estavam prontos para morrer, pois não amaciavam egos, falavam aquilo que estava errado, pregavam contra e nunca a favor. Pregavam o perdão, mas exigiam o arrependimento, e com isso não quero renegar Cristo, que rompeu com essa exigência, mas quero reativar o conceito de profetismo.
Profetizar é ir CONTRA os rumos a sociedade. É ser aquele que aponta que tudo está errado, dizendo que existe um outro jeito. O jeito de Deus.
Enquanto nossos profetas de hoje estão preocupados em abençoar, abençoar, abençoar, s profetas antigos lutam pelo arrependimento.
Enquanto os nossos profetas querem que as comportas dos céus se abram para as bençãos de Deus se derramarem, os antigos estão mais preocupados que dos céus venha o perdão.
Enquanto o olhar dos profetas de hoje é completamente voltado para a igreja, os profetas do passado olhavam para sociedade.
Enquanto nossos profetas creem que Deus deve dar o que pedimos por que Ele prometeu, os antigos somente esperavam a promessa se concretizar na salvação do homem por meio do messias.
Enquanto nossos profetas pecam por esquecer que o caráter de Deus é por si só Abençoador, e está implícito no seu ser Abençoar livremente, os antigos pecavam por serem chamados de malucos enfrentando a morte pelo que acreditam.
Que Deus levante mais profetas como o do passado.
Estes são os nossos profetas hoje, homens que abençoam suas comunidades com palavras de benção.
Porém, o profeta de hoje difere dos profetas do passado. Homens que iam contra reis, contra os poderes, contra a sociedade. Eram verdadeiros olhos aflitos, que ecoavam sobre a sociedade informando que o caminho que percorriam estava errado.
Pregavam uma conversão, pregavam o olhar para Deus com novos olhos.
Estes eram homens que estavam prontos para morrer, pois não amaciavam egos, falavam aquilo que estava errado, pregavam contra e nunca a favor. Pregavam o perdão, mas exigiam o arrependimento, e com isso não quero renegar Cristo, que rompeu com essa exigência, mas quero reativar o conceito de profetismo.
Profetizar é ir CONTRA os rumos a sociedade. É ser aquele que aponta que tudo está errado, dizendo que existe um outro jeito. O jeito de Deus.
Enquanto nossos profetas de hoje estão preocupados em abençoar, abençoar, abençoar, s profetas antigos lutam pelo arrependimento.
Enquanto os nossos profetas querem que as comportas dos céus se abram para as bençãos de Deus se derramarem, os antigos estão mais preocupados que dos céus venha o perdão.
Enquanto o olhar dos profetas de hoje é completamente voltado para a igreja, os profetas do passado olhavam para sociedade.
Enquanto nossos profetas creem que Deus deve dar o que pedimos por que Ele prometeu, os antigos somente esperavam a promessa se concretizar na salvação do homem por meio do messias.
Enquanto nossos profetas pecam por esquecer que o caráter de Deus é por si só Abençoador, e está implícito no seu ser Abençoar livremente, os antigos pecavam por serem chamados de malucos enfrentando a morte pelo que acreditam.
Que Deus levante mais profetas como o do passado.
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