Uma das mais surpreendentes realidades do Cristianismo, ainda que extremamente incompreendida pela igreja, chama-se Graça. O grande símbolo desta graça é a cruz.
É engraçado, que a mesma cruz, é símbolo da igreja, instituição religiosa que por muitas vezes esquece o que é Graça, principalmente quando exige uma perfeição excessiva, quando rejeita os destruídos e quando periferiza os desiguais.
A igreja necessita se reencontrar com a graça, pois ela tem sido transformada em uma faculdade para hipócritas. Tem se tornado uma fábrica de crentes esteticamente perfeitos, criados em uma estrutura plástica, milimetricamente calculada para sempre estender aos céus suas mãos, sem deixar que a santa aureóla desapareça. Por dentro, infelizmente, seres putrefados, legalistas, escravizados e doentes.
Enquanto a igreja escraviza, sacrifica aqueles que entendem que realmente não são perfeitos. Aqueles que não sabem brincar com a mentira, porque são verdadeiros. Pessoas que entendem que Cristo no céu lhes fará uma pergunta, e nada mais que uma pergunta: "- Você entende que você não merece entrar por este portão, que o seu lugar é a perdição total, que tudo que você fez na vida não valeu de nada porque realmente você não pertence a este lugar?", "Entendeu mesmo? Seja Bem-vindo ao seu descanso".
Precisamos, como Igreja, entender que quando Jesus disse: "Venham a mim todos os que estão cansados e que não aguentam mais o peso da vida, que eu vou aliviá-los"*, Ele deixou esse "mandamento" a NÓS, Igreja de Cristo. Somos nós que devemos receber e aliviar as cargas, por sermos Cristo na Terra.
Vamos deixar de ser igreja, e sejamos Igreja.
Vamos aliviar os que sofrem, vamos amar os que choram, vamos resgatar os que se perderam.
Que aquele "deus" sem graça e sem amor, que nós pregamos, possa dar lugar ao Deus que nos ama, mesmo que nós sejamos nojentos e arrebentados.
Soli Deo Gloria!
* (Mateus 11:28-30) numa versão popular, contextualizada.
Que este blog não seja mais um lugar para pensar. Queremos AGIR! Mais do que uma série de filosofias, pensamentos, idéias e teologias, possa ser uma forma de impulsionar AÇÕES práticas para trazer Cristo em nossas vidas. Não o Cristo da instituição igreja, mas o Cristo da cruz agora vazia.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
Eis me aqui!
Um dia eu te disse: Eis me aqui!
Mas eu não estava realmente, por isso andava em mim e não em ti.
E nessa vida não estar em ti é problema, porque luta é meu dia-a-dia.
E de problema a vida tá cheia.
Mas ai que está, por estar cheia, é que eu tenho ir no mundo.
Restaurar os quebrados, encontrar os perdidos e te trazer em louvor.
Eis me aqui, não tenho muito. Mas eis me aqui.
O que tenho não é talento e nem saber.
São duas mãos e um coração rendidos para fazer.
Porque meus problemas não importam, quando estou contigo.
E eu preciso contar pra todo mundo, que ainda há uma esperança.
Caleja minhas mãos e converte meu coração a ti.
Porque minhas atitudes tem que ser tuas, e os meus sentimentos entregues.
Me renova, para eu poder ir renovar.
Me usa para poder resgatar. Porque tem gente lá fora precisando de Ti.
E eu sei que sou eu que tenho que ir.
Mas eu não estava realmente, por isso andava em mim e não em ti.
E nessa vida não estar em ti é problema, porque luta é meu dia-a-dia.
E de problema a vida tá cheia.
Mas ai que está, por estar cheia, é que eu tenho ir no mundo.
Restaurar os quebrados, encontrar os perdidos e te trazer em louvor.
Eis me aqui, não tenho muito. Mas eis me aqui.
O que tenho não é talento e nem saber.
São duas mãos e um coração rendidos para fazer.
Porque meus problemas não importam, quando estou contigo.
E eu preciso contar pra todo mundo, que ainda há uma esperança.
Caleja minhas mãos e converte meu coração a ti.
Porque minhas atitudes tem que ser tuas, e os meus sentimentos entregues.
Me renova, para eu poder ir renovar.
Me usa para poder resgatar. Porque tem gente lá fora precisando de Ti.
E eu sei que sou eu que tenho que ir.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Paredes
Dentro das igrejas, jovens constroem um nova "teoria dos relacionamentos", algo exportado, com o logotipo "MADE IN USA" na carenagem. Segundo essa "teoria", o namoro segundo os padrões de Deus é feito através da "Côrte". Muitas igrejas inclusive tem direcionado seus jovens a esta forma de relacionamento.
Já é conhecida a minha teoria da "correlação extrema", onde sempre teremos os dois extremos entre sociedade (mundo) e religião (igreja). Dentro dessa teoria, quando a sociedade propõe um valor (permissividade nos relacionamentos) a igreja precisa gerar um proposta suficientemente oposta (namoro, sem beijo, sem abraços muito longos, quase sem contato).
Um grande problema que essa "proposta" tem gerado nos jovens evangélicos (não estou usando cristão de propósito) é a obrigatoriedade da máscara do casal perfeito, que se ama e por isso espera. Na verdade, a aparência de um belo relacionamento, essa parede construída para mostrar uma "pureza sexual", quando realmente contemplada, revela quão perdidos os nossos jovens estão com essa cobrança.
Tenho acompanhado muitos jovens nessa realidade. Filhos e Filhas de pastores que vivem nesse mentira de côrte, mas que de verdade já vivem uma sexualidade suja e depravada, onde não há regras a não ser satisfazer o EGO.
A igreja evangélica vive de paredes religiosas, muros de "pureza" alienante, que nos isolam da sociedade, mas são facilmente penetráveis uma vez que nós fazemos parte da engrenagem desta sociedade. Ou nos deparamos com o espelho e mudamos a atitude dos "puros alienados" para os "humanos em mudança", ou continuaremos forjando máscaras que aprisionam e nos afastam do verdadeiro Evangelho, a essência do Cristianismo.
Sejamos Humanos.
Já é conhecida a minha teoria da "correlação extrema", onde sempre teremos os dois extremos entre sociedade (mundo) e religião (igreja). Dentro dessa teoria, quando a sociedade propõe um valor (permissividade nos relacionamentos) a igreja precisa gerar um proposta suficientemente oposta (namoro, sem beijo, sem abraços muito longos, quase sem contato).
Um grande problema que essa "proposta" tem gerado nos jovens evangélicos (não estou usando cristão de propósito) é a obrigatoriedade da máscara do casal perfeito, que se ama e por isso espera. Na verdade, a aparência de um belo relacionamento, essa parede construída para mostrar uma "pureza sexual", quando realmente contemplada, revela quão perdidos os nossos jovens estão com essa cobrança.
Tenho acompanhado muitos jovens nessa realidade. Filhos e Filhas de pastores que vivem nesse mentira de côrte, mas que de verdade já vivem uma sexualidade suja e depravada, onde não há regras a não ser satisfazer o EGO.
A igreja evangélica vive de paredes religiosas, muros de "pureza" alienante, que nos isolam da sociedade, mas são facilmente penetráveis uma vez que nós fazemos parte da engrenagem desta sociedade. Ou nos deparamos com o espelho e mudamos a atitude dos "puros alienados" para os "humanos em mudança", ou continuaremos forjando máscaras que aprisionam e nos afastam do verdadeiro Evangelho, a essência do Cristianismo.
Sejamos Humanos.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Decisão!
As nossas decisões dizem bem quem é Deus para nós. Uma vez próximos de Deus, nossas vontades e desejos tornam-se convertidos a ele, e não ao nosso próprio egoísmo. É engraçado perceber como essa questão de decisão nos angustia, simplesmente porque "Decisão" está ligada a "Tempo". Sempre ao decidir, lembramos que o tempo não volta.
Um grande filósofo existencialista, Sooren Kierkgaard, diria a nós que "o que angustia o homem é a Possibilidade", nós temos a Possibilidade de tomar decisões e imaginar que cada uma das nossa decisões nos colocará diante de um labirinto, e que a cada caminho tomado, outras bifurcações nos levará a novas decisões. Nas palavras do poeta-compositor Stenio Marcius, "uma obra de tapeçaria, tecida de cores alegres e vivas, que fazem contraste no meio das cores nubladas e tristes".
Decidir nos angustia, decidir nos assusta.
Mas como então "DECIDIR o CERTO"?
Confiar. Deus nos direcionará e nos abençoará, quer façamos a boa decisão, ou a má decisão. Deus será aquele que no "beco sem saída" nos mostrará que ainda existe um jeito. Seja ele voltando atrás, ou então por cima do beco.
Confiar que nas decisões Deus é o direcionador, através daquilo que Ele nos deixou escrito, através da experiência daqueles que já caminharam e através inclusive de sua ação milagrosa no mundo.
Por isso Decisão deve estar sempre ligada a Confiança.
Um grande filósofo existencialista, Sooren Kierkgaard, diria a nós que "o que angustia o homem é a Possibilidade", nós temos a Possibilidade de tomar decisões e imaginar que cada uma das nossa decisões nos colocará diante de um labirinto, e que a cada caminho tomado, outras bifurcações nos levará a novas decisões. Nas palavras do poeta-compositor Stenio Marcius, "uma obra de tapeçaria, tecida de cores alegres e vivas, que fazem contraste no meio das cores nubladas e tristes".
Decidir nos angustia, decidir nos assusta.
Mas como então "DECIDIR o CERTO"?
Confiar. Deus nos direcionará e nos abençoará, quer façamos a boa decisão, ou a má decisão. Deus será aquele que no "beco sem saída" nos mostrará que ainda existe um jeito. Seja ele voltando atrás, ou então por cima do beco.
Confiar que nas decisões Deus é o direcionador, através daquilo que Ele nos deixou escrito, através da experiência daqueles que já caminharam e através inclusive de sua ação milagrosa no mundo.
Por isso Decisão deve estar sempre ligada a Confiança.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
É sobre Amor
Um homem acorda, perdido. Olha para os lados e percebe somente que está em uma floresta.
Chama, grita, chora. Se vê sozinho. Sente frio.
Mas como chegou ali? Afinal quem é este homem? Mais um perdido? Mais um que será engolido pela solidão?
Ouve passos. Passos fortes. Passos que caminham ao seu lado, ameaçadores. Com isso vem mais confusões, sente-se alegre por não estar sozinho, sente-se triste por não saber se este companheiro irá matá-lo.
Entende que esses passos cadenciados são de um animal, um animal grande. Sente medo e olha para todos os lados. Lembra que seu nome outrora era desespero. Desespero sabe que ali será morto quando ouve o barulho estranho de um animal feroz.
Corre pelos caminhos, corre pela floresta, corre... corre... corre sem saber para onde, corre sem saber o porque. Descobre que essa floresta se chama Solidão, sim, Desespero está preso na Solidão. Ouve que o animal corre atrás dele. Desespero não pode pensar mais, tem que fugir de dentro da Floresta da Solidão.
Suas lembranças voltam em quanto corre. Lembra que é morador do País de Angústia. Sente o bafo quente de um animal, acelera. Lembra que fugia desse mundo por causa dos seus vizinhos Tristeza e Dor. Vê que há luz lá no fim de muitos quilômetros. Chora por lembrar que é fugitivo e entrou nessa floresta por que além de seus vizinhos, também possui em seu encalço os guardas do capitão Ganância. A luz não chega.
Percebe que atrás dele corre uma espécie de tigre. Sim, um tigre. Parece que esse é o famoso tigre chamado como Morte.
Lembra de novo que entrou ali, por saber que só atravessando a floresta da Solidão, conseguirá chegar ao País de Esperança. Percebe o caminho chegando ao fim, é a luz. Mas não só a luz chega, mas também o tigre Morte.
Morte está em seu encalço, faminto. Diziam que havia este tigre deixado ali justamente para não permitir que ninguém ultrapasse o País de Angústia. Inúmeros homens não atravessavam a floresta por causa de Morte.
Sente garras afiadas em suas costas, o peso de um animal feroz o empurra. Lança Desespero longe. Joga Desespero ao chão. Mas percebe, a Morte o jogou para fora da Floresta. Fica atônito. Não é um tigre. É somente um cordeiro.
Um homem então o ajuda a levantar, e conta-lhe.
Na verdade o nome do tigre não era Morte, mas Proteção. Ele existia para guiar os perdidos para fora da Solidão. Infelizmente os moradores de Angústia sempre queriam atravessar para o país de Esperança através da Solidão. Lá moram perigos como o leão da Depressão, os lobos da Violência, os seres nunca imaginados que sempre espreitavam. Proteção somente fazia companhia, mas o temor dos Angustiados não o percebiam.
Quando o tigre Proteção o empurrou, percebeu que na verdade, no país da Esperança, o tigre era só um Cordeiro, de nome Amor de Cruz.
Chama, grita, chora. Se vê sozinho. Sente frio.
Mas como chegou ali? Afinal quem é este homem? Mais um perdido? Mais um que será engolido pela solidão?
Ouve passos. Passos fortes. Passos que caminham ao seu lado, ameaçadores. Com isso vem mais confusões, sente-se alegre por não estar sozinho, sente-se triste por não saber se este companheiro irá matá-lo.
Entende que esses passos cadenciados são de um animal, um animal grande. Sente medo e olha para todos os lados. Lembra que seu nome outrora era desespero. Desespero sabe que ali será morto quando ouve o barulho estranho de um animal feroz.
Corre pelos caminhos, corre pela floresta, corre... corre... corre sem saber para onde, corre sem saber o porque. Descobre que essa floresta se chama Solidão, sim, Desespero está preso na Solidão. Ouve que o animal corre atrás dele. Desespero não pode pensar mais, tem que fugir de dentro da Floresta da Solidão.
Suas lembranças voltam em quanto corre. Lembra que é morador do País de Angústia. Sente o bafo quente de um animal, acelera. Lembra que fugia desse mundo por causa dos seus vizinhos Tristeza e Dor. Vê que há luz lá no fim de muitos quilômetros. Chora por lembrar que é fugitivo e entrou nessa floresta por que além de seus vizinhos, também possui em seu encalço os guardas do capitão Ganância. A luz não chega.
Percebe que atrás dele corre uma espécie de tigre. Sim, um tigre. Parece que esse é o famoso tigre chamado como Morte.
Lembra de novo que entrou ali, por saber que só atravessando a floresta da Solidão, conseguirá chegar ao País de Esperança. Percebe o caminho chegando ao fim, é a luz. Mas não só a luz chega, mas também o tigre Morte.
Morte está em seu encalço, faminto. Diziam que havia este tigre deixado ali justamente para não permitir que ninguém ultrapasse o País de Angústia. Inúmeros homens não atravessavam a floresta por causa de Morte.
Sente garras afiadas em suas costas, o peso de um animal feroz o empurra. Lança Desespero longe. Joga Desespero ao chão. Mas percebe, a Morte o jogou para fora da Floresta. Fica atônito. Não é um tigre. É somente um cordeiro.
Um homem então o ajuda a levantar, e conta-lhe.
Na verdade o nome do tigre não era Morte, mas Proteção. Ele existia para guiar os perdidos para fora da Solidão. Infelizmente os moradores de Angústia sempre queriam atravessar para o país de Esperança através da Solidão. Lá moram perigos como o leão da Depressão, os lobos da Violência, os seres nunca imaginados que sempre espreitavam. Proteção somente fazia companhia, mas o temor dos Angustiados não o percebiam.
Quando o tigre Proteção o empurrou, percebeu que na verdade, no país da Esperança, o tigre era só um Cordeiro, de nome Amor de Cruz.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Missão da Igreja
Como Cristãos, temos uma missão. Fazer de Cristo, vida no nosso mundo.
Recentemente ARNALDO JABOR, um grande colunista, confessou não ter visto Deus que aconteceu no "Realengo". E de fato, caminho com ele nessa história. Concordo.
Uma vez que nós somos os embaixadores de Deus na Terra, se Deus não está sendo visto na Terra, é porque estamos fazendo um péssimo trabalho.
Esquecemos que missão não é montar igrejas, ou falar de Cristo em todas as comunidades possíveis. Missão NÃO é isso.
A Missão da Igreja é fazer Cristo lembrado no mundo. É trazer humanidade ao homem. É resgatar o homem das suas necessidades mais triviais (bem estar social) as suas necessidades pessoais (bem estar com Deus). Não podemos esquecer daqueles que tem fome, devemos saciá-los e ensiná-los como conseguir mais por si mesmos. Mas não podemos esquecer que também temos uma função de lembrá-lo quem é Deus, e quem é o verdadeiro Deus.
Uma vez que a Missão da Igreja transformou-se em uma missão de implantação de igrejas, perdemos a noção de quem somos. Somos igreja onde estamos. Mesmo que sem templos.
Enquanto não soubermos quem somos, teremos Wellingtons, Hitlers, Sarneys, Mubaraks, Mussolinis, Valdomiros, Soares, Macedos, bandidos, assassinos, pedófilos, ditadores, perdidos, etc..
Enquanto não soubermos quem somos, como Igreja de Cristo, seremos essa instituição inútil e sem direção, chamada de Igreja Evangélica Brasileira.
Que Deus tenha misericórdia de Nós!
Recentemente ARNALDO JABOR, um grande colunista, confessou não ter visto Deus que aconteceu no "Realengo". E de fato, caminho com ele nessa história. Concordo.
Uma vez que nós somos os embaixadores de Deus na Terra, se Deus não está sendo visto na Terra, é porque estamos fazendo um péssimo trabalho.
Esquecemos que missão não é montar igrejas, ou falar de Cristo em todas as comunidades possíveis. Missão NÃO é isso.
A Missão da Igreja é fazer Cristo lembrado no mundo. É trazer humanidade ao homem. É resgatar o homem das suas necessidades mais triviais (bem estar social) as suas necessidades pessoais (bem estar com Deus). Não podemos esquecer daqueles que tem fome, devemos saciá-los e ensiná-los como conseguir mais por si mesmos. Mas não podemos esquecer que também temos uma função de lembrá-lo quem é Deus, e quem é o verdadeiro Deus.
Uma vez que a Missão da Igreja transformou-se em uma missão de implantação de igrejas, perdemos a noção de quem somos. Somos igreja onde estamos. Mesmo que sem templos.
Enquanto não soubermos quem somos, teremos Wellingtons, Hitlers, Sarneys, Mubaraks, Mussolinis, Valdomiros, Soares, Macedos, bandidos, assassinos, pedófilos, ditadores, perdidos, etc..
Enquanto não soubermos quem somos, como Igreja de Cristo, seremos essa instituição inútil e sem direção, chamada de Igreja Evangélica Brasileira.
Que Deus tenha misericórdia de Nós!
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Réplica é sobre amor
(comentário ao texto "é sobre amor" da Ellen http://www.saidomuro.com/2011/03/e-sobre-amor.html)
O amor tem duas questões muito interessantes. Primeiro ele é a prova de que Cristianismo NÃO É religião. Uma vez que religião é a tentativa do homem se "religar" a divindade.
É interessante que através do amor, Deus vem para se religar ao homem... DEUS vem ao homem.
Esse "religare" é estabelecido por causa do amor de DEUS (agapeh tou Teou).
O segundo aspecto tem algo a ver com isso.
Deus inverte toda a lógica do distanciamento entre divindade e homem, sacro e secular, adorado e adorador. Deus se torna homem, para resgatar o homem. Contextualizando isso, seria o homem virar uma barata, para resgatar as baratas da morte.
Esse lance tem uma profundidade absurda que mtas vezes a gente passa sem olhar.
A cruz é o ápice desse amor, mas todo esse processo de amor se inicia no Getsemani, quando Jesus HOMEM diz: SE FOR POSSÍVEL AFASTA DE MIM ESSE CÁLICE, mas seja feita a sua vontade".
Esse amor se inicia no MEDO da morte de Jesus... repito MEDO DA MORTE... O Jesus homem nitidamente NÃO quer fazer isso e tenta ver se há outra possibilidade. Divinizamos tanto Jesus, que esquecemos que ele é homem. Enqnto homem ele sente qualquer coisa de maneira humana. Mas enqnto Ele é Deus, seu caráter é Divino. (Observe que o Jesus homem é escrito com letras minúsculas).
Quando observamos a humanidade de Jesus, percebemos seu sofrimento e podemos vislumbrar por relance o tamanho de tão grande amor.
Observar esse amor é contemplar uma pérola preciosa de alto valor.
Conversar com esse amor é ter a oportunidade de achar o brilhantismo e saber que é integrante dele.
O amor tem duas questões muito interessantes. Primeiro ele é a prova de que Cristianismo NÃO É religião. Uma vez que religião é a tentativa do homem se "religar" a divindade.
É interessante que através do amor, Deus vem para se religar ao homem... DEUS vem ao homem.
Esse "religare" é estabelecido por causa do amor de DEUS (agapeh tou Teou).
O segundo aspecto tem algo a ver com isso.
Deus inverte toda a lógica do distanciamento entre divindade e homem, sacro e secular, adorado e adorador. Deus se torna homem, para resgatar o homem. Contextualizando isso, seria o homem virar uma barata, para resgatar as baratas da morte.
Esse lance tem uma profundidade absurda que mtas vezes a gente passa sem olhar.
A cruz é o ápice desse amor, mas todo esse processo de amor se inicia no Getsemani, quando Jesus HOMEM diz: SE FOR POSSÍVEL AFASTA DE MIM ESSE CÁLICE, mas seja feita a sua vontade".
Esse amor se inicia no MEDO da morte de Jesus... repito MEDO DA MORTE... O Jesus homem nitidamente NÃO quer fazer isso e tenta ver se há outra possibilidade. Divinizamos tanto Jesus, que esquecemos que ele é homem. Enqnto homem ele sente qualquer coisa de maneira humana. Mas enqnto Ele é Deus, seu caráter é Divino. (Observe que o Jesus homem é escrito com letras minúsculas).
Quando observamos a humanidade de Jesus, percebemos seu sofrimento e podemos vislumbrar por relance o tamanho de tão grande amor.
Observar esse amor é contemplar uma pérola preciosa de alto valor.
Conversar com esse amor é ter a oportunidade de achar o brilhantismo e saber que é integrante dele.
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